Pra começar o ano com pé direito, resolvi participar do Desafio de Leitura 2013. Sei que não cumpri o de 2010, mas desafios sempre me impulsionam a ler mais. Em razão disso, tentarei cumprir o de 2013 até o fim.
Eis a minha lista:
"É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo." Cecília Meireles
Tema: Romance PolicialFalar de Nora Roberts aqui no blog já está sendo redundância. Mas o que eu posso fazer, se ela ainda continua sendo a minha escritora favorita?
O mês de agosto do desafio literário teve como tema um livro policial. Minha primeira opção? Nora. 2ª opção? Nora também. Isso porque a Série Mortal consegue, por mais que alguns a achem repetitiva, prender a minha atenção.
No décimo segundo livro da série, Traição Mortal, a tenente Eve Dallas está de volta para impedir que um assassino de aluguel continue fazendo vítimas. Só que saber quem está matando as pessoas não adianta muito, o que Dallas precisava era descobrir quem era o mandante dos crimes, ainda mais que os mortos fazem parte do círculo de Roarke, e possivelmente, este poderia ser também uma vítima.
Além dos assassinatos, Eve também teve que lidar com dois agentes do FBI que queriam lhe tomar o caso, e com o coração partido de Peabody. Neste livro, Nora deu mais ênfase ao romance da assistente de Eve, o que é muito legal, pois mostra também a vida dos outros personagens, sem falar que é raxante ver a tenente fazendo papel de ombro amigo, dando conselhos. Eve fica toda sem jeito ao lidar com assuntos do coração. Espero que a Nora continue dando destaque aos personagens secundários e ainda sonho com o dia que ela irá terminar um livro com Eve e Roarke brigados para que a minha expectativa por um próximo livro aumente ainda mais.
Queria ter lido o livro reserva do desafio, mas como ele está emprestado, não pude fazer a leitura, mas assim que me devolverem, irei ler Sedução Mortal e já na expectativa por “Reencontro”


Já falei aqui em alguns posts anteriores do meu pior vício: Comprar livros. Não sei mais o que fazer. A cada dia a coisa piora. E o mais grave de tudo é que a Saraiva e o Submarino ficam me mandando e-mail, incentivando-me a cair na tentação.
Depois da loucura de ter comprado 8 livros de uma vez só, eu tinha prometido que levaria 6 meses sem comprar nada, mas eis que surge uma promoção na Saraiva e eu simplesmente não consigo me controlar.
Não resisti. E se eu não achasse mais uma promoção como aquela? Ai meu Deus!
Preciso de ajuda urgente! Repito: Quem souber de uma clínica de reabilitação para viciadas em comprar livros, avise-me.
Estou sofrendo deste mal. Mas na hora é tão bom...
É maravilhoso ver o carteiro chegar com minha caixa com meus livrinhos perfeitos *_*
Agora é tarde! Já comprei! O que me resta é apresentar meus novos bebês a vocês.
Tá vendo? Não tive como resistir. Já estava doida para lê-los. Aí eu consigo comprá-los com 40% de desconto.
Sem falar que fazia tempo que estava doida pra ler outro da Marian, mas como eles são caros, sempre resisti. Só que agora lançaram em formato de bolso.
E quanto a Pobre não tem sorte... A Leila Rego fez uma promoção no twitter e o comprei por 15 reais sem frete. Fala a verdade? Como poderia deixar escapar essa oportunidade?
Já li “A Última Música” e “Querido John”, agora vou devorar o restante.
Mas prometo que só comprarei mais livros depois que eu ler pelo menos a metade dos que tenho aqui em casa esperando-me na estante.
Vou conseguir! Um dia de cada vez...
PS: Qualquer dia desses mostro a minha estante para vocês.


Acho que “Querido John” foi um dos livros mais aguardados por mim este ano. Desde que lançou e desde que vi o trailer do filme, fiquei ansiosa para ler. Assim que tive a oportunidade, comprei.
Estava ansiosa para lê-lo, porque nunca tinha lido nada do Nicholas Sparks, só tinha visto alguns filmes baseados em livros dele e como eu adorei todos os filmes, achei que ia valer muito à pena a leitura de “Querido John”. Tanto que nem assisti ao filme, porque não queria estragar a magia que o livro traz.
O livro conta a história de John, inicialmente um garoto rebelde, mas que depois se “encontra” no exército americano. Numa de suas licenças do exército, ele volta para casa e conhece Savannah, garota sensível e que está naquela cidade trabalhando como voluntária em construção de casas para pessoas carentes.
Um não tem nada a ver com o outro, são de mundos totalmente diferentes, mas o amor surge entre os dois.
Durante as duas semanas que ficaram juntos, John e Savannah viveram momentos inesquecíveis, trocaram juras de amor, prometeram trocar cartas e e-mails enquanto estavam longe um do outro, mas todas essas promessas e juras de amor não resistiram à distância. Não culpo a Savannah, sei o quanto é difícil você levar qualquer relacionamento quando se está longe. Eles tentaram, é verdade, mas é complicado. Ainda mais que o John alistou-se novamente e iria ficar mais alguns anos no exército.
Quando o John se alistou por causa do 11 de setembro, eu o xinguei muito. Não entendia esse patriotismo todo, mas depois quando você passa a analisar a situação e relembra o 11 de setembro, entende o porquê da atitude dele. Uma atitude muito bonita, por sinal. Não nego que mexeu muito comigo também quando ele leu a carta da Savannah, dizendo que amava outro homem, que queria terminar tudo com ele, eu não acreditava que ela estava fazendo aquilo. Mas depois passou, é possível entender a atitude dela.
A carta machucou muito John, porém eu vejo aquela carta e todo o relacionamento dos dois com outra perspectiva.
Pelos comentários que li em blogs, em algumas resenhas no skoob, a maioria exalta o amor entre John e Savannah, acharam lindo como eles se conheceram e as cartas que trocaram... tudo mais... Porém, o que mais me tocou no livro não foi o relacionamento dele com ela. O que mais me emocionou foi a história de John com o pai.
Talvez não tenha sido mesmo pra John ficar com Savannah, talvez o relacionamento deles foi para John entender o pai, saber conviver com ele, perceber que apesar de toda aquela dificuldade em se expressar, o pai o amava, amava mais do que ninguém. Na minha opinião, a grande beleza do livro não está no relacionamento de John e Savannah, mas sim, no relacionamento de John com o pai.
Derramei muitas lágrimas com as cenas dos dois, tanto que todas elas se sobrepõem a qualquer cena romântica dele com Savannah. Não quero dizer com isso que o amor deles não foi bonito. Foi! Mas o amor daquele pai e daquele filho superou qualquer amor entre homem e mulher. Por isso que acredito que o livro é mais do que uma triste história de amor, mais do que um amor que se perdeu por culpa da distância...
Enfim, adorei o livro, adorei a narrativa de Nicholas Sparks, a história é realmente apaixonante, te leva às lágrimas e com certeza, qualquer um que leia vai se emocionar.
Agora estou ansiosa para ler mais um livro dele. Que venha “A última música”.
Título: Querido John
Autor: Nicholas Sparks
Editora: Novo Conceito
Nº de Páginas:276
Encontrei esse memé no blog Eu sou assim, da Tathy e resolvi respondê-lo. Esta semana eu quase não postei aqui, por falta de tempo e também porque ainda não me recuperei da crise de garganta. – agora passamos pra outra etapa, a falta de ar. Não suporto esse tempo frio.- Sendo assim, pensei em responder às perguntas abaixo hoje, para que quem não me conhece ou até mesmo quem me conhece, possa saber um pouquinho sobre meus hábitos de leitura. (Na verdade, eu não tinha idéia nem cabeça pra escrever nada mesmo. Kkk)
Vamos ao memé.
Você come enquanto lê? Se sim, comidinha preferida de leitura:
Deus me livre!!! Uma das coisas que tenho mais ciúmes é dos meus livros. Comer enquanto leio? Nem pensar. Do jeito que sou desastrada, é bem capaz de algo cair em uma página e sujar meu queridinho.
O que você gosta mais de beber enquanto lê?
Não bebo nada enquanto leio. Se eu tiver com sede, paro a leitura, fecho o livro e bebo água ou qualquer outra coisa.
Você costuma marcar o livro enquanto o lê, ou a ideia de escrever em livros te aterroriza?
Fico aterrorizada só em pensar nos meus livros riscados. Nem os livros da faculdade eu marco, só marco quando é Xerox. Não sou daquelas que têm o costume de anotar citações, trechos... Não fico muito presa a essas questões.
Como você marca onde parou enquanto está lendo? Marcadores? Orelhas nas páginas? Apoiando o livro aberto?
Eu já disse que sou ciumenta, né? Deixar meus livros muito abertos? Nem pensar. Orelhas? Quem fizer isso com um livro meu, comprará uma briga e nunca mais emprestarei a pessoa que fizer isso. Costumo usar marcadores. Quando não uso um que veio em algum livro, compro uns cartõezinhos na papelaria.
Ficção, não-ficção, ou ambos?
Eu leio de tudo. As únicas coisas que evito são autoajuda e literatura espírita. Autoajuda porque não gosto de gênero. Literatura espírita porque eu me impressiono muito. Já li muito romance de banca, às vezes ainda pego algum pra passar o tempo, gosto de literatura-infantil, afinal, também trabalho com isso, adoro um romance policial e ultimamente ando descobrindo o chic-lit.
Você tende a ler até o fim do capítulo, ou consegue parar de ler em qualquer lugar?
Eu prefiro ler o capítulo todo, mas caso não consiga fazer isso, paro de ler em qualquer lugar sem problema. Caso de fazer isso, pois uma grande parte do meu tempo de leitura é entre um intervalo da escola, numa consulta ao dentista...
Você é do tipo de pessoa que arremessa o livro longe ou no chão se o autor te irrita?
Nunca fiz isso. Coloco o livro no meu criado-mudo e deixo-o lá até me dá coragem de ler novamente.
Se você encontra uma palavra que não conhece, você para e vai procurar seus significado na hora?
Não! Eu continuo a leitura, pois muitas vezes o contexto em que a palavra está explica o seu significado.
O que você está lendo?
A mulher do viajante no tempo, Doidas e Santas e vou começar a ler Traída.
Qual foi o último livro que você comprou?
Servem 8? Sim! Eu sou viciada, exagerada e todos os adas possíveis. Segue a lista: A mulher do viajante no tempo, A sociedade literária e a torta de casca de batata, Querido John, O morro dos ventos uivantes, Como treinar seu dragão, Diários do vampiro – a fúria, A batalha do labirinto, Sedução Mortal.
Você é o tipo de pessoa que lê apenas um livro por vez, ou consegue ler mais de um?
Eu tento ler mais de um por vez, mas é complicado. Eu prefiro me focar em umahistória só. Ultimamente, estou lendo dois porque “Doidas e Santas são crônicas. Eu leio algumas por dia e não na sequência. Mas minha atenção maior está em “A mulher do viajante no tempo”.
Você tem um lugar/momento preferido para ler?
Eu leio em qualquer lugar, mas meu lugar preferido é meu quarto e em minha cama à noite ou de manhã cedo antes de ir trabalhar. Também gosto de ler deitada no sofá.
Você prefere séries ou livros únicos?
Não tenho preferências. O problema é que não consigo terminar todas as séries que comecei. Até agora, só consegui terminar a saga de "Crepúsculo".
Tem algum livro ou autor que você se vê recomendando sempre?
Nora Roberts. Sempre ela! Inclusive porque é a autora que mais leio e o meu nº maior de livros é dela.
Como você organiza seus livros? (por gênero, título, sobrenome de autor etc)
Os da Nora ficam todos juntinhos. Na verdade, os que tenho mais de um do mesmo autor, ficam juntos, os outros eu arrumo por tamanho.

Esse desafio foi muito gostoso de fazer, apesar de eu ter tido algumas dúvidas em relação a alguns livros, mas foi muito válido. Relembrei histórias que havia lido há muito tempo e tive que testar e muito a minha memória.
Seria válido ter outras categorias.... quem sabe num próximo. rs
Pra finalizar...
O livro mais velho que tenho, na verdade é uma coleção.
Ganhei da minha madrinha uma coleção de livros do Jorge Amado. A coleção é de alguma década que não me recordo, pois eu não era nascida e ela ainda era adolescente.
Quando eu entrei na faculdade, ela me presenteou com os livros de Jorge Amado. Disse que uma professora de literatura deveria ler as obras de um dos nossos escritores mais conhecidos.
Os livros já estão amarelinhos, mas estão muito bem guardados. Ainda não li todos, mas dos que li, o que mais gostei foi “Mar Morto”.
A história de Guma e Lívia é muito bonita. Sem dúvida, um dos melhores livros de Jorge.


Meu Deus, por que não me fizeste como as outras? Por que me deste este coração exigente, soberbo e egoísta?Posso ser feliz como são tantas outras mulheres neste mundo...O amor...não é o néctar divino que sonhei,não; mas dizem que embriaga alma, e faz esquecer!
O livro que menos recomendo não é porque eu não gosto dele, pelo contrário, gosto muito, creio que já li umas cinco vezes no mínimo, mas muitos não gostam por ser um clássico da nossa literatura.
Podem me questionar o porquê de eu não recomendar já que adoro o livro... Pois aí vai a minha explicação: Não recomendo "Senhora", não porque o livro seja ruim, pelo contrário, não recomendo porque não gosto que as pessoas o critiquem, digam que a linguagem de Alencar é difícil, que tem muita descrição, que é muito chato. Não gosto que falem assim de um dos meus livros favoritos.
Eu até entendo alguns colegas ou alguns adolescentes quando falam mal de “Senhora”, pois eles estão acostumados a outro tipo de linguagem, estão acostumados a um outro tipo de narrativa, porém não sabem o que estão perdendo. O livro é uma das mais belas histórias de amor que já li. Amo Aurélia! É uma das minhas personagens femininas favoritas. Ela é poderosa, forte, determinada. Se mostra superior aos homens e faz com que Seixas pague por tudo o que fez a ela, que mesmo sofrendo, não consegue se dobrar ao seu orgulho. Isso até o final do livro... Se Alencar não tivesse morto, creio que o mataria. Como ele pôde fazer aquilo com ela? Tudo bem que o amor sempre vence, mas poderia ser de outra forma, né? O final é a única coisa que eu mudaria, porque Aurélia é diva, e diva não se rebaixa. rs

Se eu tivesse visto o livro “A sociedade literária e a torta de casca de batata” em uma estante de uma livraria, não me interessaria por ele, devo confessar. O nome é estranho (A Nanda ainda não se conforma com o título), não chamaria a minha atenção e eu pensaria que a história é muito chata. Mas como ele foi indicado pela Vanessa, eu até parei pra saber um pouco mais dele. Procurei no skoob e li algumas resenhas, todas elogiando o livro.
Como sempre... Me rendi e comprei. De todos os livros que chegaram, ele foi o primeiro que peguei, pois estava muito curiosa. Depois de ter lido “Onde terminam os arco-íris”, queria muito ler outro livro escrito em forma de cartas.
“A sociedade literária e a torta de casca de batata” me encantou totalmente. O livro começa com trocas de cartas entre Juliet e Sidney. Ela, uma escritora que procura um tema para o seu próximo livro; ele, seu editor e amigo.
Um dia, Juliet recebe uma carta de um tal Dawsey Adams, de Guernsey, falando sobre um livro de Charles Lamb. Esta foi a primeira das muitas cartas. Dawsey escreveu para Juliet acerca da sociedade literária, deixando-a curiosa. Com o passar do tempo, outras pessoas da sociedade foram escrevendo para Juliet, eles vão trocando informações e a gente vai se apaixonando pelo jeito tímido de Dawsey.
À medida que você vai lendo as cartas trocadas, vai se encantando por cada personagem, solidarizando-se com a dor deles, compartilhando as leituras, querendo fazer parte daquela sociedade para poder partilhar também as suas leituras. Assim como Juliet, você quer ser amiga de Isola e deixar que esta analise as suas protuberâncias da cabeça, quer que Kit te aceite e tenha confiança, quer ser defendida por Amelia e conhecer a fantástica Elizabeth. Dá vontade de pegar o primeiro navio para Guernsey e conhecer aquela ilha maravilhosa, poder sentir o cheiro da brisa do mar e experimentar a esquisita torta de casca de batata.
Uma das mais belas histórias que li, “A sociedade literária e a torta de casca de batata” ainda confirma tudo o que eu sempre soube sobre leitura. Ela é capaz de nos libertar de muitas dores e unir as pessoas. A leitura é muitas vezes um bálsamo e uma companhia valiosa para os momentos de solidão.

Há alguns livros que as pessoas falam, dizem que é maravilhoso, mas não me chamam a atenção nem um pouco. Principalmente quando são livros de autoajuda – gênero que não me enche os olhos. Mas a minha birra maior é com Paulo Coelho. Nenhum livro dele me chama a atenção.
Quando foi lançado “O diário de um mago”, todo mundo comentava, dizia que o livro era excelente, mas nunca tive curiosidade pra ler. Só que de tanto do autor, acabei pegando na biblioteca da escola “O Alquimista”. Não passei da décima página – desisti.
Fiz uma nova tentativa – peguei “Brida” –, até que eu li o livro todo, mas pense num castigo que foi aquela leitura. Desisti de Paulo Coelho mais uma vez, e por mais que ele lance livros comentadíssimos, nenhum deles me chama atenção.
Entretanto... por causa de uma amiga que gosta dos livros dele e me pediu para dar uma chance à “Veronika decide morrer “- A Iarla até me mandou o livro - ele está na minha lista de leitura e vou lê-lo ainda este ano. Confesso que não me chama nenhum pouco a atenção, mas como ela me deu com tanto carinho e me disse que a história é muito boa, darei uma última chance ao escritor.
Assim que terminar a leitura, venho comentar o que achei e se eu desisto definitivamente de Paulo Coelho.

Ok! Entrei em outra roubada! Pensei que minha desventura no mundo dos livros não ia continuar - pelo menos não numa sequência. Depois de ter lido Opúsculo e não ter achado nem um pouco de graça, imaginei que levaria um tempo maior pra que me decepcionasse com outro livro, mas me enganei. A decepção bateu novamente à porta.
Quando li uma resenha do livro Stacy Temple, Virgem por acaso; criei toda uma expectativa e pensei que fosse rir horrores. Porém mais uma vez isso não aconteceu. O livro tem algumas tiradas engraçadas, mas não é nada daquilo que eu imaginava. Por muitos momentos a história é bem fraquinha e me deu sono.
Sei que a literatura Chick-lit não é nada muito profundo, mas pelo menos os livros que li do gênero foram legais. Mas esse da Valerie Frankel acabou se tornando, para mim, entediante. E olha que a história tinha tudo pra ser legal.
Stacy é uma designer que trabalha numa empresa virtual chamada calcinhas.com, e está há quase um ano sem sexo. Para evitar se tornar “virgem outra vez”, Stacy sai em busca de alguém que mude essa situação de revirginização. A protagonista passa o livro todo a procura de sexo e suas tentativas são meio que frustrantes. Frustração maior foi o final da história. Não vou dizer aqui se ela conseguiu o que queria ou não, mas que o final é besta, isso é. MUITO bobo!
Acho que a autora se perdeu um pouco na história. Sei que não sou A escritora – sou apenas uma tentativa de ser escritora – mas creio que ela poderia ter dado mais ênfase ao relacionamento de Stacy com o seu melhor amigo Charlie. As melhores cenas eram as deles dois. As melhores tiradas eram os diálogos entre eles, coisa que pouco aconteceu.
Com certeza não vou reler o livro já que depois de lê-lo, fiquei arrependida de tê-lo comprado -deveria ter comprado outro da Sophie Kinsella ou de outra autora – principalmente porque, infelizmente, Chick-lit é caro.
Da próxima vez, baixarei o e-book e tentarei ler pelo PC, apesar de odiar isso, pois amo ter o livro em mãos.
Espero não cair em outra roubada. De hoje em diante, procurarei ler mais resenhas antes de comprar qualquer livro que seja, mesmo sendo de uma escritora conhecida por mim.
Agora me resta continuar minha leitura de O segredo de Emma Corrigan e torcer pra não me decepcionar outra vez.

Tem gente que me pergunta como posso gostar tanto da série, já que sempre são os mesmos personagens , pelo menos os principais e aqueles que fazem parte do cotidiano dos principais, e eu sempre respondo que o que me faz gostar tanto da série é justamente isso. Você acompanha a vida daqueles personagens livro a livro e, como disse num post anterior, eles acabam se tornado uma espécie de íntimo seu. O legal de você acompanhar a série é que você percebe como os personagens vão amadurecendo a cada livro e como o relacionamento entre eles vão criando laços mais profundos. Creio que isso foi o que me fez gostar tanto de Julgamento Mortal. Além dos assassinatos e mistérios de praxe, Nora, dessa vez, deu mais enfoque ao relacionamento de Eve e Roake.
Há muito tempo que eu queria ler mais sobre eles, queria que por um momento o relacionamento deles tivesse um “baque”. Não!!! Eu não sou doida. Mas às vezes mel demais enjoa. Sempre quis ler uma ceninha em que os dois “brigassem” por ciúmes e, principalmente, ler a reação de cada um. E isso aconteceu em Julgamento. Para alguns pode não ser nada, mas ler o sentimento de posse de Roarke em relação a Eve me fez confirmar o quanto aquele homem é apaixonado por ela e o que ele é capaz de fazer pela mulher que ama. Ok! Eu não duvidava, mas é sempre bom a gente confirmar. (aiai não se fazem homens como o Roarke)
Mostrar um pouco mais do relacionamento do casal nos faz cada vez mais nos encantar com ele, e ler os dois se roendo de ciúmes, preocupados um com outro ou a Eve pedindo conselhos à Mavis e enchendo a cara com a amiga, não tem preço. Não tem preço MESMO!!!! Fofo também foi ler a Eve conversando com a drª Mira. Cara, sou fã daquela médica!
Em relação ao assassinato, nesse livro, assim como em “Testemunha”, não tive nenhum sentimento negativo em relação ao assassino (a). O que senti foi pena... Não irei me estender nesse assunto pra não soltar nenhum spoiler. Só digo que consegui descobrir o assassino e o motivo do crime antes do final. \o/ Faz tempo que eu não conseguia desvendar um mistério. Rsrs
“Julgamento Mortal” foi excelente e, mais uma vez, Nora me deixou com um gostinho de “quero mais”. Estou doida pra ler “Traição Mortal”, nem sei se conseguirei esperar até agosto para o desafio literário.


Eve - "O que diabos nós dois estamos fazendo juntos afinal, hein?"
Roarke - "Compartilhando vidas que, de vez em quando, nos oferecem momentos muito interessantes. Minha querida Eve, eu não modificaria um só desses momentos."
Eve - "Nem eu."
Vingança Mortal - Nora Roberts
Há alguns anos uma escritora me foi apresentada. Uma amiga me disse que os livros desta escritora eram muito bons e me mandou um e-book. – “Dança da sedução” – Lembro-me que comecei a ler o tal livro meio-dia e terminei lá pras duas horas da madrugada. Nossa! Eu já não aguentava mais. Como foi horrível ler pelo computador! No outro dia, meus olhos ardiam e pareciam que tinham areia dentro, mas eu não consegui parar de ler o livro. A história simplesmente me “prendeu” do início ao fim.
Ansiosa por ler mais livros daquela escritora, corri para o site da Saraiva e comecei minha pesquisa. Eram tantos livros, que eu não sabia o que escolher, até que me decidi por um – “O Testamento” (Perfeito) – foram dias de ansiedade (tá! Foram apenas 5 dias para o livro chegar, mas parecia uma eternidade), até que ele chegou. Comecei a ler na noite daquele dia e quando vi, já eram 7h da manhã. Passei a madrugada lendo, mais uma vez encantada pela história daquela “maga das palavras”. E foi assim que começou a minha paixão e o meu vício pelos livros de Nora Roberts.
Fico me perguntando como ela consegue escrever tanto e a cada história publicada atrair mais e mais leitores, fazer com que esses se tornem fiéis e aguardem ansiosamente por mais um de seus romances.
Com uma linguagem simples, sem rebuscamento, mas dinâmica. Nora Roberts cativa o seu leitor, que passa a ter aquelas personagens como alguém íntimo seu, pessoas que passam a fazer parte das nossas vidas.
Quem ao ler um livro da Série Mortal (minha grande paixão) não acaba se apaixonando por Roarke? (Que homem é aquele, meu Deus? Com todo o respeito, tenente...) Quem ao ler a série não admira Eve por sua determinação e quer ser ela quando crescer? Ou ao ler a Trilogia da Magia não se encanta com o jeito atrapalhado, mas não menos apaixonante de MacAllister e o amor dele por Ripley?... Sem falar da paixão arrebatadora de Cam e Ana, em “Arrebatado pelo mar”. São tantos livros, tantas histórias que se eu fosse falar de todas que eu li, aqui, ficaria o dia inteiro.
Nora Roberts tem esse dom. Tem o poder de fazer com que nós falemos das suas histórias, sem nos cansar. Antes eu nem tinha muito com quem conversar sobre os livros dela, até que eu viciei a minha irmã e a gente ficava horas e horas ao telefone comentando sobre as aventuras de Eve Dallas.
Não nego que por um tempo, eu tentei me afastar da Nora, pois eu só lia os seus livros (tinha que conhecer outros autores(as)), porém, a tentativa não deu muito certo. É voltar a ler um livro de Nora que o vício retorna e parece que com mais força. Ainda mais que ultimamente ando “trocando muitas ideias” sobre ela. Tanto, que a partir dessas conversas me deu vontade de escrever aqui sobre a minha escritora favorita.
Não sei se posso compará-la e dizer que hoje ela é a Sherazade (As Mil e uma noites) contemporânea, mas pra mim, Nora Roberts é hoje a maior contadora de histórias, pois ela não apenas narra, mas também cativa e prende a nossa atenção. Por muitas vezes me sinto como o rei Xariar (quando acabo de ler um livro da série Mortal ou um de alguma Trilogia), curiosa para ler a continuação de certas histórias. Creio que essa seja a beleza da narrativa de Nora - nos deixar maravilhados.
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Há algum tempo ganhei um livro da Martha Medeiros cujo título é Tudo o que eu queria te dizer. No livro, ela descrevia várias situações e histórias de pessoas comuns como nós que por muitas vezes deixaram de dizer algo a alguém por insegurança, por medo, por não ter oportunidades, por termos sidos impedidos, por não der dado tempo ou simplesmente pela necessidade de calar-se.
Muitas vezes passei por algumas dessas situações, e isso me levou a sentir uma necessidade enorme de colocar pra fora as coisas que eu realmente gostaria de dizer e talvez com isso pudesse me entender, entender o outro e me sentir melhor.
Pelo menos tentar...
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