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domingo, 11 de julho de 2010

Delírios de Consumo - Depoimento de uma “Becky Bloom” de livraria...


Já falei aqui em alguns posts anteriores do meu pior vício: Comprar livros. Não sei mais o que fazer. A cada dia a coisa piora. E o mais grave de tudo é que a Saraiva e o Submarino ficam me mandando e-mail, incentivando-me a cair na tentação.

Depois da loucura de ter comprado 8 livros de uma vez só, eu tinha prometido que levaria 6 meses sem comprar nada, mas eis que surge uma promoção na Saraiva e eu simplesmente não consigo me controlar.

Não resisti. E se eu não achasse mais uma promoção como aquela? Ai meu Deus!

Preciso de ajuda urgente! Repito: Quem souber de uma clínica de reabilitação para viciadas em comprar livros, avise-me.

Estou sofrendo deste mal. Mas na hora é tão bom...

É maravilhoso ver o carteiro chegar com minha caixa com meus livrinhos perfeitos *_*

Agora é tarde! Já comprei! O que me resta é apresentar meus novos bebês a vocês.

Tá vendo? Não tive como resistir. Já estava doida para lê-los. Aí eu consigo comprá-los com 40% de desconto.

Sem falar que fazia tempo que estava doida pra ler outro da Marian, mas como eles são caros, sempre resisti. Só que agora lançaram em formato de bolso.

E quanto a Pobre não tem sorte... A Leila Rego fez uma promoção no twitter e o comprei por 15 reais sem frete. Fala a verdade? Como poderia deixar escapar essa oportunidade?

Já li “A Última Música” e “Querido John”, agora vou devorar o restante.

Mas prometo que só comprarei mais livros depois que eu ler pelo menos a metade dos que tenho aqui em casa esperando-me na estante.

Vou conseguir! Um dia de cada vez...

PS: Qualquer dia desses mostro a minha estante para vocês.

domingo, 20 de junho de 2010

Querido John: Mais do que uma triste história de amor


Acho que “Querido John” foi um dos livros mais aguardados por mim este ano. Desde que lançou e desde que vi o trailer do filme, fiquei ansiosa para ler. Assim que tive a oportunidade, comprei.

Estava ansiosa para lê-lo, porque nunca tinha lido nada do Nicholas Sparks, só tinha visto alguns filmes baseados em livros dele e como eu adorei todos os filmes, achei que ia valer muito à pena a leitura de “Querido John”. Tanto que nem assisti ao filme, porque não queria estragar a magia que o livro traz.

O livro conta a história de John, inicialmente um garoto rebelde, mas que depois se “encontra” no exército americano. Numa de suas licenças do exército, ele volta para casa e conhece Savannah, garota sensível e que está naquela cidade trabalhando como voluntária em construção de casas para pessoas carentes.

Um não tem nada a ver com o outro, são de mundos totalmente diferentes, mas o amor surge entre os dois.

Durante as duas semanas que ficaram juntos, John e Savannah viveram momentos inesquecíveis, trocaram juras de amor, prometeram trocar cartas e e-mails enquanto estavam longe um do outro, mas todas essas promessas e juras de amor não resistiram à distância. Não culpo a Savannah, sei o quanto é difícil você levar qualquer relacionamento quando se está longe. Eles tentaram, é verdade, mas é complicado. Ainda mais que o John alistou-se novamente e iria ficar mais alguns anos no exército.

Quando o John se alistou por causa do 11 de setembro, eu o xinguei muito. Não entendia esse patriotismo todo, mas depois quando você passa a analisar a situação e relembra o 11 de setembro, entende o porquê da atitude dele. Uma atitude muito bonita, por sinal. Não nego que mexeu muito comigo também quando ele leu a carta da Savannah, dizendo que amava outro homem, que queria terminar tudo com ele, eu não acreditava que ela estava fazendo aquilo. Mas depois passou, é possível entender a atitude dela.

A carta machucou muito John, porém eu vejo aquela carta e todo o relacionamento dos dois com outra perspectiva.

Pelos comentários que li em blogs, em algumas resenhas no skoob, a maioria exalta o amor entre John e Savannah, acharam lindo como eles se conheceram e as cartas que trocaram... tudo mais... Porém, o que mais me tocou no livro não foi o relacionamento dele com ela. O que mais me emocionou foi a história de John com o pai.

Talvez não tenha sido mesmo pra John ficar com Savannah, talvez o relacionamento deles foi para John entender o pai, saber conviver com ele, perceber que apesar de toda aquela dificuldade em se expressar, o pai o amava, amava mais do que ninguém. Na minha opinião, a grande beleza do livro não está no relacionamento de John e Savannah, mas sim, no relacionamento de John com o pai.

Derramei muitas lágrimas com as cenas dos dois, tanto que todas elas se sobrepõem a qualquer cena romântica dele com Savannah. Não quero dizer com isso que o amor deles não foi bonito. Foi! Mas o amor daquele pai e daquele filho superou qualquer amor entre homem e mulher. Por isso que acredito que o livro é mais do que uma triste história de amor, mais do que um amor que se perdeu por culpa da distância...

Enfim, adorei o livro, adorei a narrativa de Nicholas Sparks, a história é realmente apaixonante, te leva às lágrimas e com certeza, qualquer um que leia vai se emocionar.

Agora estou ansiosa para ler mais um livro dele. Que venha “A última música”.


Título: Querido John

Autor: Nicholas Sparks

Editora: Novo Conceito

Nº de Páginas:276

sábado, 5 de junho de 2010

Quero ir a Guernsey...



Se eu tivesse visto o livro “A sociedade literária e a torta de casca de batata” em uma estante de uma livraria, não me interessaria por ele, devo confessar. O nome é estranho (A Nanda ainda não se conforma com o título), não chamaria a minha atenção e eu pensaria que a história é muito chata. Mas como ele foi indicado pela Vanessa, eu até parei pra saber um pouco mais dele. Procurei no skoob e li algumas resenhas, todas elogiando o livro.

Como sempre... Me rendi e comprei. De todos os livros que chegaram, ele foi o primeiro que peguei, pois estava muito curiosa. Depois de ter lido “Onde terminam os arco-íris”, queria muito ler outro livro escrito em forma de cartas.

A sociedade literária e a torta de casca de batata” me encantou totalmente. O livro começa com trocas de cartas entre Juliet e Sidney. Ela, uma escritora que procura um tema para o seu próximo livro; ele, seu editor e amigo.

Um dia, Juliet recebe uma carta de um tal Dawsey Adams, de Guernsey, falando sobre um livro de Charles Lamb. Esta foi a primeira das muitas cartas. Dawsey escreveu para Juliet acerca da sociedade literária, deixando-a curiosa. Com o passar do tempo, outras pessoas da sociedade foram escrevendo para Juliet, eles vão trocando informações e a gente vai se apaixonando pelo jeito tímido de Dawsey.

À medida que você vai lendo as cartas trocadas, vai se encantando por cada personagem, solidarizando-se com a dor deles, compartilhando as leituras, querendo fazer parte daquela sociedade para poder partilhar também as suas leituras. Assim como Juliet, você quer ser amiga de Isola e deixar que esta analise as suas protuberâncias da cabeça, quer que Kit te aceite e tenha confiança, quer ser defendida por Amelia e conhecer a fantástica Elizabeth. Dá vontade de pegar o primeiro navio para Guernsey e conhecer aquela ilha maravilhosa, poder sentir o cheiro da brisa do mar e experimentar a esquisita torta de casca de batata.

Uma das mais belas histórias que li, “A sociedade literária e a torta de casca de batata” ainda confirma tudo o que eu sempre soube sobre leitura. Ela é capaz de nos libertar de muitas dores e unir as pessoas. A leitura é muitas vezes um bálsamo e uma companhia valiosa para os momentos de solidão.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Meu vício...


"Todo prazer é um vício, porque buscar prazer é o que todos fazem na vida, e o único vício negro é fazer o que toda a gente faz."

Fernando Pessoa


Vício (do latim "vitium", que significa "falha ou defeito" ) é um hábito repetitivo que degenera ou causa algum prejuízo ao viciado e aos que com ele convivem.



Atualmente estou com um sério problema. Sou uma pessoa viciada, admito! Eu tento, juro que tento me libertar do vício, mas não consigo. É mais forte do que eu. Ainda mais quando eu vejo aqueles números abaixo do normal, meus olhinhos ficam vidrados e brilham. Pareço cachorro na frente daquele forno de frangos, sentindo aquele cheiro delicioso e louco pra atacar.

Não sinto o cheiro, mas fico imaginando quantas viagens eu posso fazer, quantas personagens eu poderei conhecer, por quantas aventuras irei passar... Sim! Assumo! Sou uma viciada em comprar livros!!! Tenho que parar com isso, já estou tendo prejuízo, mas como se controlar quando você se depara com uma promoção? Quem tiver a resposta para essa pergunta, por favor, me diga.

Hoje eu entendo perfeitamente a Becky Bloom (personagem de Sophie Kinsella – Os delírios de consumo de Beck Bloom), é quase impossível você resistir a uma promoção. É como se eles estivessem ali pra você. Chamando por você. A vozinha fica ali nos tentando... "Eu sou uma história boa, você vai gostar, vai se divertir, vai se emocionar... "E lá vou eu... pego o cartão e dou adeus à sanidade.

O meu drama piora, não é só porque eu vivo comprando livros... É porque simplesmente não tenho tempo para ler todos. Pense na lista ENORME dos livros que tenho e ainda NÃO li.

Eu estou voltando a ler como antes, estou lendo mais do que o ano passado, mas o meu tempo ainda anda corrido, só que não estou conseguindo dar conta dos livros que tenho.

É estranha essa minha relação com os livros. Eu não sei explicar. Muitos deles, não tenho muita pressa para ler, quero apenas ter. Não importa se ele vai ficar ali guardado por dois meses, cinco meses ou um ano. Me conforta sa ber que ele está ali e a qualquer dia vou lê-lo.

Gente, eu não sou doida! Eu só amo ter livros, tocá-los, saber que eles estarão ali quando eu quiser ler, quando me der vontade de me entregar àquelas palavras.

Compro os livros porque quero tê-los. Tanto que tem uns que eu já li, mas eu gostei tanto da história que acabei comprando.

Senhor!!!! Será que isso é caso de internamento? Tem uma Associação dos Compradores de Livros Anônimos?

Nem quero lembrar quanto gastei com livros este ano, senão aí que vou ter a verdadeira noção do prejuízo. (Se bem que pra mim, não é prejuízo. É um investimento pra minha intelectualidade. Kkkkk ) Mas eu parei por esse mês. Não vou comprar mais livros. (pelo menos até agosto) Fiz uma promessa a mim mesma! Afinal, tenho esta grande lista para ler:


1-Preciso te contar uma coisa – Melissa Hill

2-Três destinos – Nora Roberts

3-Julgamento Mortal – Nora Roberts

4-Traição Mortal – Nora Roberts

5-O Vinhedo – Bárbara Delinsky

6-A Vizinha – Bárbara Delinsky

7-Virgem por acaso – Valerie Frankel

8-Os delírios de consumo de Becky Bloom – Sophie Kinsella

9-O segredo de Emma Corrigan – Sophie Kinsella

10-A doçura do mundo – Thrity Umrigar

11-Diários do Vampiro: O confronto – L. J. Smith

12-Resgatado pelo Amor – Nora Roberts

13-A Sombra do vento – Carlos Ruiz Zafón

14-Pôr-do-sol em Sanit-Tropez – Danielle Steel

15-Segunda-feira de luto – Kathy Rechs

16-Protegido pelo porto – Nora Roberts

17-Era uma vez no passado – Nora Roberts

18-O amor chegou – Marisa de Los Santos

19-A falta que você me faz - Joyce Carol Oates


Acho que são apenas esses... (rsrsr) – Pelo menos tenho o nº de livros suficientes para ler até o final do ano. Minha meta é ler no mínimo 50. Já li 13...

Meus bebês *_* (pelo menos uma parte deles)

Não sou nada fã da Nora Roberts. kkkk


domingo, 4 de abril de 2010

Enfim o fim...


"Os filhos são para as mães as âncoras da sua vida."

Sófocles



Sempre tive muita dificuldade para me expressar. Sempre fui muito tímida e por muitas vezes deixei de falar para as pessoas algo importante ou até mesmo não tão importante, por medo ou simplesmente não saber como falar. Parece que algo me trava, bloqueia as palavras e nada sai.
Mas de uns 4 anos pra cá descobri uma forma de expressar muito do sentimento que ficava “engasgado na garganta e no peito”. Comecei a escrever...
No início passei a escrever porque me empolguei com a “modinha” das fanfics ou web novela (Como queiram). Eu lia muita fic nas comunidades do Orkut e, um belo dia, resolvi escrever uma também. Postei de bobeira, não pensava que iria dar no que deu. Eu nem ao menos imaginava que iria terminar aquela primeira história e escrever outras. (Se bem que a minha primeira – a Vuelve – já está numa 3ª temporada e eu ainda não a terminei oO)

Escrever passou a ser pra mim um meio de expurgar muita coisa ou, como disse no post anterior, um meio de libertação.
Alguns dizem que quando escrevemos vamos colocando no papel o que esperávamos das nossas vidas, tem muito da gente ali naquelas palavras. Muitas experiências, muitas alegrias, dores, insatisfações, esperança... É uma verdadeira entrega.
As personagens passam a fazer parte da nossa vida. A gente chora com eles, ri com eles, vibra, torce e sofre. Passamos, de certa forma, a viver aquela vida também por um longo tempo.

Por quase três anos eu vivi as aventuras e desventuras dos personagens da minha mais recente finalizada história – a Continuo te amando.
Essa história, na verdade, já passava pela minha cabeça a muito tempo, antes mesmo de eu sonhar em escrever. (antes escrever nem passava pela minha cabeça, só as histórias que ficavam “circulando” pela minha mente antes de dormir. Rs) Eu imaginava a história de uma mãe desesperada por uma filha e do imenso amor e do grande laço que une uma relação como essa. Então, quando terminei a minha primeira história, aquela historinha que “passeava” na minha cabeça antes de dormir, voltou a me “atormentar” e foi aos poucos criando forma.

Eu tinha o enredo, fui dando vida aos personagens e de repente já estava ansiosa para começar a escrever. No início, pensei que não ia ter muitas leitoras, pois não se tratava de um romance, a história não tinha como tema o amor entre um homem e uma mulher, falava de amor, mas o amor materno.
Não sei se foi pelo drama (adoro um drama), não sei se é porque eu tenho leitoras fiéis e amigas, o que sei é que parece que deu certo. (rsrs) Fui montando a Continuo te amando, algumas vezes à base da inspiração, outras à base da transpiração (MUITA TRANSPIRAÇÃO), mas enfim cheguei ao fim.

Sei que errei a mão, tenho consciência disso. Acho que dramatizei demais, exagerei em algumas coisas e deixei outras em aberto. Mas também acho que consegui acertar a mão em muitas coisas, consegui emocionar, consegui fazer minhas leitoras terem as minhas personagens como alguém da sua família, consegui fazer com que vibrassem, tomassem partido por elas e “vivessem” um pouquinho daquele drama familiar.
Acho que ao menos consegui mostrar que apesar do peso que a palavra mãe tem, esta além de amar incondicionalmente, além de ser devota a um filho, erra, comete enganos... É muito fácil a gente crucificar e julgar alguém, a gente achar que por aquela pessoa ter o nome de mãe, ela deve ser de certa forma “perfeita”. Mas não é bem assim... Creio que ser mãe é primeiramente ser humana, e, como todo ser humano, aprender com seus erros e acertos, principalmente com os erros. Os erros fazem parte da vida. Ah... e como fazem...

Não sei se tive mais acertos do que erros ou mais erros do que acertos na Continuo te amando. Só sei que é muito difícil dar ritmo a uma história escrita e postada desta forma. Podem acreditar... O trabalho é árduo. Quando um autor escreve um livro, ele monta toda a sua história e dá ela pronta para que possamos ler. Mas no caso de autores de fics e web novelas, não. A gente sofre a influência de vocês, quer de certa forma agradar os leitores, muda um pouco o enredo devido a algumas opiniões e, por muitas vezes, ficamos indecisos acerca do que fazer. Escrever a Continuo te amando foi um desafio, mas agora me sinto aliviada. Eu consegui! Escrevi a palavra fim ali.

Apesar de que... Um dia eu vou “pegar” essa história e revisá-la. Ela ainda não está pronta, não está acabada. Ainda não estou satisfeita. Terminei porque eu precisava terminar. Precisava fechar esse ciclo, pois já estava angustiada pela falta de tempo. Por enquanto ela vai continuar assim. Não sei se um dia eu a mostrarei pra vocês, pois não sei quando irei fazer isso.
Só espero que eu tenha conseguido passar alguma mensagem... Mostrar que apesar de tudo, o amor que aquela mãe tinha pelas suas filhas era incondicional e irrevogável, um amor que nunca deixaria de existir.

sexta-feira, 26 de março de 2010

De volta aos meus amigos



Dupla delícia/ O livro traz a vantagem de a gente poder estar só e ao mesmo tempo acompanhado.
Mário Quintana

Há algum tempo, eu postei um texto falando um pouco sobre a minha inquietação por não ler mais como antes.
Na época, eu estava lendo Amanhecer e “sofri” para terminá-lo. Levei meses para concluir a leitura daquele livro, pois o tempo sempre era um obstáculo para tal feito. Mas enfim terminei... Esperava mais (É verdade), porém gostei do final da saga de Edward e Bela.

Após as reclamações e as reflexões acerca do meu tempo para leitura, tomei uma resolução. Eu precisava ler mais... Precisava voltar para a companhia da minha amiga de tantos momentos. Mas como fazer isso com o dia-a-dia tão atribulado? Decidi então estabelecer uma meta: Ler, pelo menos, 50 livros no período de 1 ano. Eu precisava disso, precisava de um incentivo... Então resolvi convidar e desafiar algumas amigas leitoras para essa maravilhosa aventura.
Tá difícil chegar aos 50 livros. Até agora foram lidos 11. Mas eu chego lá... Sei que chego. (RS)

Dos livros que li, alguns me surpreenderam e hoje eu me vejo uma apaixonada Chick-lits (aqueles livrinhos de “mulherzinha”). “Conheci” a Sophie Kinsella (Lembra de mim?), a Meg Cabot na sua versão adulta (A Rosa do inverno), a Rachel Gibson e o seu romance hot (Sempre ao seu lado) e a Cecelia Aherni (Onde terminam os arco-íris). Esta última quase me fez socar a tela do PC (infelizmente o dinheiro não deu pra comprar o livro).

Onde terminam os arco-íris possui um texto dinâmico e é todo escrito em forma de cartas, SMS, e-mails, bilhetes e afins, conta a história de Alex e Rosie, dois amigos de infância que a vida se encarregou de colocar tantos obstáculos e desencontros.

A história é linda, mas em certos momentos dá vontade de bater em um determinado personagem ou dar aquela sacudida e dizer: “Acorda!!! Vá atrás da sua felicidade! Não se acomode!!!”

Pobre Rosie! Não sei como ela conseguiu ser tão forte e passar por tudo o que passou... Quando tudo parecia que ia dar certo na vida dela, o mundo desmoronava e aquela mulher se contentava com fragmentos de felicidade... Ela é, definitivamente, uma sofredora. Abdicou de muita coisa na sua vida pelos outros. Mas também é uma lutadora. Apesar de tudo, ela conseguiu realizar seu sonho (mesmo depois de tanto tempo). Isso nos faz refletir que por maior que seja o obstáculo, por mais que tudo pareça dar errado, sempre é tempo para recomeçar. (Isso é tão clichê ^^)
Já Alex é um charme. Um personagem muito carismático, aquele amigo que realmente todo mundo gostaria de ter.

Bom, além da irritação por tantos desencontros, das risadas pelas tiradas de algumas frases, o livro é apaixonante. Tão apaixonante quanto a amizade de Alex e Rosie.
Onde terminam os arco-íris foi o último livro que li. (Na verdade, acabei de lê-lo) Agora só me resta começar outro. Escolher um livro na grande lista que tenho, para viajar novamente na superfície estrelada das letras de outro autor(a).

Estou conseguindo, aos poucos, voltar às minhas leituras. Estou conseguindo trazer meus amigos para perto e poder desfrutar novamente da companhia deles. Só espero conseguir chegar até o nº 50 em dezembro.



quinta-feira, 5 de novembro de 2009

~> 10 coisas que eu aprendi vendo séries

Inspirada na lista: As 10 coisas que aprendi assistindo a séries de tevê, do blog Na TV. Resolvi fazer a minha própria lista só pra descontrair. Não tava fazendo nada mesmo. (rsrsrs) Com a ajuda de duas outras viciadas em séries (acho que não mais do que eu) que me ajudaram a recordar de alguns episódios, tentei fazer algo divertido. Brigada Iarla e Marciana!!

1- Tome muito cuidado com quem você convida para entrar em sua casa.


É sério! Antes de você convidar alguém para entrar em sua casa, procure saber direitinho se a pessoa em questão é confiável. Não se esqueça do conselho da sua mãe, nem sempre é bom ser educado e amigável. Muitas vezes as pessoas não aparentam ser o que são. Não é todo dia que o vampiro bom aparece em sua porta, por isso, não seja tão inocente, pois pode ser tarde demais.

2- Unidos somos mais que um!



Mesmo você não sendo descendente de uma linhagem de bruxa, esteja certa de que quando unimos forças tudo fica mais fácil do que lutar sozinha. Não tenha vergonha de pedir ajuda. Quando nos unimos a alguém para resolver um problema, muitas vezes eles se tornam mais fáceis de serem solucionados. Lembre-se que você não é um super-herói e nem tudo você pode fazer sozinha.


3- Nunca subestime a inteligência de alguém.


Muitas vezes as pessoas se fazem passar por bobas ou não gostam de ficar exibindo que são espertas. Isso pode ser uma questão de autopreservação para que as pessoas não fiquem explorando da inteligência alheia, ou apenas porque é mais importante deixar que a outra pessoa se sinta a mais inteligente, pois isso faz bem para o ego dela, e o mais importante para esse tipo de pessoa, é ver o outro feliz. Mas não esqueça, mesmo você sendo uma antropóloga forense de alto nível, você não sabe tudo. Às vezes permita alguém lhe ensinar a trocar o encanamento.

4- Nem tudo é o que parece. Por trás de cada coisa pode haver um significado.




Assim como as frases possuem um significado diferente de acordo com o contexto em que estão inseridas. Assim também ocorre com outros tipos de mensagens. Algumas podem não ser captadas diretamente pelos sentidos, mas elas estão ali. Tudo é intencional, tudo tem um motivo e muitas vezes aquele desenho de criança pode estar te querendo dizer alguma coisa, ou tem algo escondido por trás. Então, não ache que uma tatuagem é apenas a maneira de seu filho ou amiga se rebelar contra os arquétipos morais que você prega.


5- Encontro às escuras pode ser um desastre.



Se você está encalhada há um bom tempo e anda apelando pra net. MUITO cuidado! Antes de marcar um encontro com seu ficante internauta procure saber todas as referências dele ou dela. Não acredite em tudo o que ele diz, afinal, não dá pra ter certeza do caráter de uma pessoa que você conhece apenas pelo computador. Sem falar que o gatinho (a) pode na verdade ser um canhão! Cuidado com os fakes da vida! Nem todo Cooper encontra a sua Chalotte.


6- Não dá pra engravidar apenas dando uns “amassos” com roupas, na hidromassagem.


Não adianta! Você provou do gostoso e está querendo esconder dando a desculpa de que você só deu uns beijinhos e uns amassos no namorado. Saiba que a temperatura da água não vai fazer os espermatozóides nadar mais rápido, muito menos ultrapassar a barreira do seu biquíni. Assuma logo que o que você fez ao invés de ficar contando história da carochinha. Essa é pior que a história de que os bebês nascem da couve-flor.

7- Em circunstância alguma corte os fios do DVA do seu paciente ou de qualquer outra pessoa.


Isso é meio que óbvio, não? Se você cortar o fio do DVA do seu paciente que tem problemas de coração, lógico que ele não vai aguentar e vai acabar morrendo. Não adianta dizer que você tinha uma ótima intenção, que na verdade só queria que ele fosse o primeiro da fila de transplantes. Não esqueça que se você “rouba” algo de alguém, se você faz mal a alguém, esse mal pode retornar pra você da pior forma possível. Desligar os aparelhos de alguém que necessita dele pra viver é no mínimo estupidez.

8-Antes de contratar uma babá, é indispensável uma carta de recomendação.




Não vá acreditando que por ter uma carinha bonita e um sorriso estampado no rosto, a pessoa é um anjinho. Ainda mais quando você vai deixar aos cuidados dela as duas coisas mais preciosas pra você. Aquelas que se fazem de simpáticas e prestativas podem ser as piores. Cuidado para ela não nadar nua na sua piscina, provocando o seu marido. Então, se você não tiver uma carta de recomendação, na dúvida, contrate uma babá feinha.

9- Toda família tem um segredo.


Não! A sua família não é a única que tem um segredo. Por trás daquela fachada que todo mundo tenta aparentar, algo de podre permeia ali. Sua irmã não é a santinha que quer mostrar aos pais, seu pai não é assim o herói que você sempre imaginou e sua mãe... Bom! Sua mãe sabe ser cruel às vezes. Mas apesar de tudo isso, a família continua a ser o alicerce, a base, e mesmo que os segredos façam esse alicerce rachar, o amor que um sente pelo outro pode construís laços mais fortes.



10- Os amigos serão sempre amigos não importa o que aconteça.


Todo mundo precisa de um amigo! Não dá pra viver sem uma amizade. Amigos verdadeiros são tão raros hoje em dia que “quem tem um amigo, tem um tesouro”.

Você só aprende o que é uma amizade, vivendo. Só aprende a ser amigo, sendo. Amizade é mais do que criar laços, é a descoberta de corações. E por mais distantes que alguns amigos estejam, o sentimento que possuem em comum supera qualquer obstáculo.

Ser amigo é conhecer o outro como a si mesmo! É aceitar os defeitos, criticar no momento certo, calar-se quando for apropriado.