
"Inspiração visite-me, frustação evite-me, paz me acompanhe e cobrança não me irrite."
"É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo." Cecília Meireles

Tema: Romance PolicialFalar de Nora Roberts aqui no blog já está sendo redundância. Mas o que eu posso fazer, se ela ainda continua sendo a minha escritora favorita?
O mês de agosto do desafio literário teve como tema um livro policial. Minha primeira opção? Nora. 2ª opção? Nora também. Isso porque a Série Mortal consegue, por mais que alguns a achem repetitiva, prender a minha atenção.
No décimo segundo livro da série, Traição Mortal, a tenente Eve Dallas está de volta para impedir que um assassino de aluguel continue fazendo vítimas. Só que saber quem está matando as pessoas não adianta muito, o que Dallas precisava era descobrir quem era o mandante dos crimes, ainda mais que os mortos fazem parte do círculo de Roarke, e possivelmente, este poderia ser também uma vítima.
Além dos assassinatos, Eve também teve que lidar com dois agentes do FBI que queriam lhe tomar o caso, e com o coração partido de Peabody. Neste livro, Nora deu mais ênfase ao romance da assistente de Eve, o que é muito legal, pois mostra também a vida dos outros personagens, sem falar que é raxante ver a tenente fazendo papel de ombro amigo, dando conselhos. Eve fica toda sem jeito ao lidar com assuntos do coração. Espero que a Nora continue dando destaque aos personagens secundários e ainda sonho com o dia que ela irá terminar um livro com Eve e Roarke brigados para que a minha expectativa por um próximo livro aumente ainda mais.
Queria ter lido o livro reserva do desafio, mas como ele está emprestado, não pude fazer a leitura, mas assim que me devolverem, irei ler Sedução Mortal e já na expectativa por “Reencontro”


Essas duas semanas anteriores foram barra pra mim. Como resultado disso, nem pude me atualizar nas leituras, não pude atualizar meu blog, nem me atualizar nos blogs que leio. O “desafio” que fiz com a Marciana está incompleto, sendo que ela e a vaca terminaram e eu não.
Bom... Depois do furacão, espero que agora venha a calmaria. Pelo menos, o final de semana já foi mais divertido. Na verdade, a diversão começou na quinta.
Mesmo com todo o mau humor, mesmo com toda a tristeza, é impossível ficar imune quando abraços lhe aconchegam, quando sorrisos te contagiam.
Além de tudo isso, ainda tenho que comemorar os presentes recebidos. E como, apesar de tudo, o mês foi um tanto especial, também não pude deixar de me presentear (olha o vício)...
Eu tentei, juro que tentei, mas sofri uma grande influência da vaca e acabei me entregando à tentação, comprando os cinco livros da série House of nigth. Eu disse que eu não iria comprar essa série, falei que não iria gastar meu dinheiro com ela, mas como resistir à promoção do submarino e ainda ganhar desconto? Não dá. Eu já tinha lido os três primeiro livros. Devo confessar que não é uma coca-cola, mas eu gostei da história. Não me pergunte porquê, pois a linguagem é bem ruinzinha, a menina é uma piriguete (não sei como aquele livro pode ser infanto-juvenil com tantas sugestões de sexo) e a história é uma mistura de outras que já vimos por aí. Sabe quando você tem consciência que não é bom, mas mesmo assim você quer ler e quer saber mais e mais? É isso que acontece comigo e com a série. Mas vou parar por aqui, porque em breve vou fazer a resenha da coleção.

Continuando... Além da série, ganhei dois livros da Sophie Kinsella *_*. Um da Vaca e outro da Paula. Eu já tava doida pra ler Samantha, a executiva do lar, e a vaca me presenteou com ele. (estou virando fã da Sophie) Quanto à irmã de Becky Bloom, foi a Paula que me deu *_*. Só que nessa, ela “me obrigou” a comprar o 2º e 3º livro da série, que eu ainda não li. (e eu que tava pensando em dar um tempo em Becky Bloom)

Pra terminar.... No dia que fui a Nobel, acabei comprando outro livro da Rachel, mesmo sabendo que eu vou encontrar um livro cheio de erros ortográficos e de pontuação.

"Eu não consigo ser perfeito | minha alma vive a reclamar
De dores cavando o meu peito | são pecados a me machucar
Mas aqueles que não choram | consolados não serão"
Fernanda Brum e Eyshila
Se eu disser pra você que ultimamente eu estou triste, que está sendo difícil me olhar no espelho, que está sendo difícil sair da cama, mesmo sabendo que a vida não pode parar, que tenho obrigações a cumprir, o que você me diz? Se eu te disser que às vezes represento, que às vezes escondo os meus sentimentos, que escondo minha dor até não agüentar mais, o que você me diz?
Esta semana eu não estou para nada. Não estou para samba, não estou para axé, não estou para gargalhadas, só estou para lágrimas. Não me pergunte o porquê, nem a razão. Só sei que estou assim... Sei lá... Não tenho vontade de ler, não tenho vontade de escrever... Estou apenas para sofrer.
Há momentos em que a vida parece sem graça, que me pergunto o que estou fazendo aqui. Há uma dor que sufoca, há uma necessidade de saber quem eu realmente sou, o que eu realmente represento... Há apenas uma vontade de dormir e esquecer tudo, de ficar no meu canto quieta. Há uma necessidade de ser amada, de ser acarinhada, de ser ouvida... Há um contraste, uma dicotomia entre o silêncio e o falar, o insofrer e o desabafar.
Noites insones, cansaço, fraqueza, tristeza... Mas vai passar.


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Há algum tempo ganhei um livro da Martha Medeiros cujo título é Tudo o que eu queria te dizer. No livro, ela descrevia várias situações e histórias de pessoas comuns como nós que por muitas vezes deixaram de dizer algo a alguém por insegurança, por medo, por não ter oportunidades, por termos sidos impedidos, por não der dado tempo ou simplesmente pela necessidade de calar-se.
Muitas vezes passei por algumas dessas situações, e isso me levou a sentir uma necessidade enorme de colocar pra fora as coisas que eu realmente gostaria de dizer e talvez com isso pudesse me entender, entender o outro e me sentir melhor.
Pelo menos tentar...
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