
Ok! Abstrai o idiota!
rsrsrs
"É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo." Cecília Meireles
“Tree Hill é apenas um local em algum lugar do mundo, talvez seja bem parecido com seu mundo, talvez não se pareça em nada. Mas se olhar de perto, poderá ver alguém como você. Alguém tentando encontrar seu caminho, alguém tentando encontrar seu lugar, alguém tentando encontrar a si mesmo. Às vezes é mais fácil se sentir como se fosse o único no mundo que está lutando, que está frustrado, insatisfeito, que mal está conseguindo.
Esse sentimento é uma mentira. E se puder apenas agüentar apenas encontrar a coragem para encarar tudo isso por mais um dia, alguém ou algo, irá te encontrar e fazer com que tudo fique bem. Porque todos precisamos de um pouco de ajuda às vezes, alguém para nos ajudar a escutar a música do mundo, para nos lembrar que nem sempre será assim.
Esse alguém está por aí”. E esse alguém irá te encontrar.”
Hoje eu não vou falar nada de muito profundo. Acho que os posts foram tristes demais. Daqui a pouco irão pensar que quem escreve aqui é uma pessoa deprimida. Tudo bem que eu tenho os meus momentos de depressão, que eu comecei esse blog por uma necessidade de desabafar... Mas como disse no segundo post... “Vai passar...” E passou. Pelo menos eu acho que passou.
Por isso, hoje eu pensei em escrever algo mais ameno. Na verdade, eu nem tinha um assunto pra escrever, mas ao ficar aqui pensando, a primeira coisa que me veio à cabeça foi a série que estou viciada - One Tree Hill
O engraçado é que eu já tinha visto One Tree Hill no SBT, mas nunca tinha me despertado interesse. Eu achava que era mais uma série de adolescentes fúteis, cujos personagens eram a patricinha, o nerd, a líder de torcida burra, o atleta... Como uma grande parte dos seriados ou filmes norte americanos que se passam em colégios.
Ok! No seriado tem os nerds, os atletas, as líderes de torcidas [ que não são nada burras ] como todo seriado americano tem. Mas essa série é diferente. Digamos que ela é profunda... Tem coisinhas fúteis, mas no geral ela foge daqueles draminhas adolescentes que estamos acostumados a ver.
Pra começar, cada episódio inicia com uma frase ou um trecho que nos faz refletir e, a partir desses textos, a história do episódio se desenrola.
A divisão entre as líderes de torcidas, os nerds e os atletas é quebrada, mostrando que as pessoas por pensarem diferente, por tomarem atitudes distintas, por terem imagens taxativas, podem conviver, sim. Não é necessário criar um muro entre elas.
One Tree Hill nos mostra que as pessoas não são apenas rótulos. Apesar de saber que sempre somos rotulados, sempre somos taxados, a série nos ensina que não importa se você é rotulada, "o que importa é como você supera esses rótulos", mostrando que as pessoas mudam, crescem, amadurecem...
Nem sempre as pessoas que você crê que conhece é aquilo que você acha. Definitivamente, imagem não é tudo e as pessoas são mais do que simples palavras.
Porém, o que eu mais amo em OTH é a amizade que foi construída entre aqueles personagens. Apesar das confusões, apesar dos erros, apesar das traições... A amizade é mais forte. Esse sentimento, que hoje em dia está tão difícil de encontrar, é a força motriz da série. É difícil imaginar Lucas sem Haley ou Brooke sem Peyton.
Falando em Haley... Não poderia deixar de falar do meu shiper favorito: Naley – Nathan e Haley. Quem não gostaria de ter um amor igual ao deles? É um amor que supera tudo, até mesmo as diferenças entre eles. Apesar das barreiras, apesar da distância, apesar dos sonhos não realizados e das dificuldades, eles nunca deixaram de se amar nem por um minuto sequer.
E para finalizar... OTH nos mostra que todos nós queremos encontrar o nosso caminho, o nosso lugar, quem verdadeiramente somos... Não importa se você more em Tree Hill, Bahia, Minas, Recife...
" Vai passar, tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? O verão está aí, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada 'impulso vital'. Pois esse impulso às vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te surpreenderás pensando algo assim como 'estou contente outra vez' "
Caio Fernando de Abreu
Acho que vai passar. Sempre passa. O que preciso é de tempo. Tempo para mim mesma. Tempo para que eu me sinta contente novamente.
Esses dias eu li um texto sobre sentir-se um deserto. Creio que eu estou no meu próprio deserto agora. É assim que me sinto. Vazia, oca, seca por dentro, mas ao mesmo tempo cheia... Cheia de mágoa, raiva, irritação e de dor. Não que alguém tenha me ferido. Não foi isso. Eu que estou me ferindo aos pouquinhos. É mais forte do que eu, sabe? Eu tento, juro que tento. Mas não consigo.
Sinto-me mal com tudo isso, pois acabo machucando quem é realmente importante na minha vida. Acho que esse é o meu grande problema. Inconscientemente ou conscientemente, eu machuco as pessoas, eu as afasto, principalmente nesses momentos de crises. Não tenho certeza de quando tudo isso começa, só tenho certeza que dói. Dói muito.
Eu só queria te dizer que por mais que eu reclame, por mais que eu me irrite, por mais que eu me isole e me afaste, você é importante para mim.
Sempre e para sempre...
Vai passar... Porque eu nunca duvidei que amizade é, acima de tudo, certeza. E eu tenho certeza da sua.
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Há algum tempo ganhei um livro da Martha Medeiros cujo título é Tudo o que eu queria te dizer. No livro, ela descrevia várias situações e histórias de pessoas comuns como nós que por muitas vezes deixaram de dizer algo a alguém por insegurança, por medo, por não ter oportunidades, por termos sidos impedidos, por não der dado tempo ou simplesmente pela necessidade de calar-se.
Muitas vezes passei por algumas dessas situações, e isso me levou a sentir uma necessidade enorme de colocar pra fora as coisas que eu realmente gostaria de dizer e talvez com isso pudesse me entender, entender o outro e me sentir melhor.
Pelo menos tentar...
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